Oi, meu nome é Juliana.

Com o aumento do número de pessoas que entram aqui e uma maior participação delas no blog, coloquei-me a pensar: Quem são vocês que entram aqui e me leem?

Dos números que eu vejo ali nas “Estatísticas do Site” alguns pra mim tem nome, como o da minha mãe, da minha irmã, de algumas amigas conhecidas e de outras que se fizeram por laços tecnológicos. Mas e o resto?

Vocês são mães como eu ou estão pensando em ser? São pessoas que também tem essa necessidade de expressão através da escrita? São pessoas caras de pau como eu que dão a cara a tapa e se desnudam um pouco na frente dos outros escrevendo? São sedentárias, doentes por internet, sedentas de informação e alguém que as compreenda?

Quem são vocês?

Já falei aqui que também comento muito pouco nos meus blogs favoritos e apesar de ter recebido mais comentários depois que desabafei sobre a falta de participação das leitoras, queria que hoje vocês tentassem se identificar. Encostem seus dedinhos indicadores no meu e digam seu nome, quem vocês são e porque entram aqui. Posso até não aprovar o comentário se preferirem. Mas comentem, identifiquem-se!

Sentem nesse círculo e na sua vez, levantem e comecem com a velha identificação estilo AA: “Oi meu nome é….”

Como respondi em alguns comentários, logo vou lançar um novo blog, voltado para esse meu novo desafio de cursar Psicologia e gostaria de identificar um pouco quem entra aqui e o porquê. O site já esta pronto, já tenho alguns textos no rascunho mas me falta indicação de temas desejados por vocês pra eu saber por onde devo seguir.

Então vamos lá….

Meu nome é Juliana, e o seu?

beijo beijo

Dica de livro.

Apesar de amar ler e viver sonhando com o dia em que eu possa passar uma semana enfiada em algum canto do mundo rodeada apenas de livros, confesso que há tempos não começava e terminava um livro assim, em pouco tempo. A princípio essa ausência de compromisso em ler me incomodou, mas depois revi as minhas prioridades e realmente andava me faltando tempo hábil e livre para devorar um livro.

Então que no fim do meu processo de coaching no final do ano passado, minha coaching me emprestou um livro do Bert Hellinger chamado “Amor à segunda vista” e ontem eu consegui finalizá-lo depois de alguns dias lendo.

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Mesmo considerando esse livro uma preciosidade, principalmente para mim, uma recém apaixonada pelo método das constelações sistêmicas, não é dele que eu vim falar hoje. Mas já que eu o mencionei, explico rapidamente do que se trata. Já falei antes aqui no blog em síntese o que é a Constelação. E esse livro relata algumas constelações feitas por Bert Hellinger com casais. Pra quem gosta do assunto e acredita no poder das ordens do amor, as mensagens de Bert e o que se tira das representações de cada casal é engrandecedor. Um dia ainda escrevo mais sobre o assunto, que a cada dia me faz querer cada vez mais seguir por esse caminho de observar os comportamentos humanos e entender o quão é importante apropriar-se de si a fim de se tornar uma pessoa mais consciente e por consequência mais feliz plenamente.

Mas o livro que eu vim indicar hoje é o “Presente do Mar”, da escritora Anne Morrow Lindbergh. Já tinha ouvido falar dele e ano passado minha prima o deu de presente para minha mãe. Mas foi essa semana, perambulando pelos corredores do supermercado que me deparei com o mesmo em promoção e decidi comprar.

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Que coincidência maravilhosa, apesar de eu não acreditar muito no acaso. Li que ele foi escrito em 1955 e que desde então é sucesso absoluto. São pouquíssimas páginas escritas pela autora numa passagem dela por uma ilha, onde ela faz uma alusão da nossa vida à tudo que acontece numa praia.

Apesar de ainda não o ter finalizado, indico de olhos fechados. Além de possuir uma mensagem riquíssima para nós que vivemos num mundo super exigente, ele tem tudo a ver com o período de férias e o contato que nós brasileiros temos com as praias durante essa época. E o que comprova a sua absoluta grandiosidade, é que mesmo tendo sido escrito há quase setenta anos, seu conteúdo é extremamente atual e perfeito para nós mulheres que por vezes vivemos perdidas entre tantos papéis que exercemos diariamente.

Fica a dica leitoras queridas.

beijo beijo

Errata do post de hoje sobre as bicicletas.

Eu imaginei que quando postasse o texto anterior, receberia diversos comentários, afinal, realmente esse é um assunto controverso. Como mesmo eu procurei deixar claro, tudo o que eu escrevi era somente o meu ponto de vista. Mas confesso que foi falha minha não pesquisar mais a respeito antes de postar o que eu disse.

Como mesmo a Carol deixou num comentário aqui no blog e como o Felipe o fez no meu Facebook, eu estava errada quando pensei que as bicicletas deveriam trafegar no sentido contrário aos carros. Perdoem-me pelo erro e por isso venho fazer esse post como errata. Pesquisando agora no CTB, encontrei os seguintes artigos:

Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.

Parágrafo único. A autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá autorizar a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa.

Art. 59. Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios.

Então corrijo o que eu disse sobre esse assunto.

E também encontrei os seguintes artigos sobre as penalidades que podem ser dadas aos ciclistas, caso não obedeçam as regras à eles atribuídas:

Art. 255. Conduzir bicicleta em passeios onde não seja permitida a circulação desta, ou de forma agressiva, em desacordo com o disposto no parágrafo único do art. 59:

Infração – Média;
Penalidade – multa;
Medida Administrativa – Remoção da bicicleta, mediante recibo para o pagamento da multa.

Art. 214. Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veiculo não motorizado:

I – que se encontre na faixa a ele destinada;
II – que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veiculo;
III – Portadores de deficiência física, crianças, idosos e gestantes:
Infração: Gravíssima
Penalidade: multa 191,54

IV – quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada;

V – que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veiculo:
Infração: Grave
Penalidade: multa 127,69

Agradeço à Carol e ao Felipe pelos comentários me alertando sobre o meu erro e parabenizo os dois por escolherem muitas vezes, trocar o seu carro por um bicicleta, como meio de transporte.

Aqui tem um link com um manual do ciclista urbano que o ajuda a encarar as ruas em cima de uma bicicleta, com maior segurança.

Copio o comentário da Laryssa (que sempre sabe muito bem usar as palavras), deixado aqui hoje, sobre tudo o que eu escrevi:

“Infelizmente é a falta de estrutura adequada a cada meio de transporte que não seduz as pessoas a mudarem seus hábitos. Motoristas se sentem protegidos dentro da armadura que são seus carros (e em alguns casos por isso mesmo se tornam imprudentes pela falsa ideia de proteção nessa armadura), os motoristas de ônibus precisam cumprir horários e nem sempre prestam o serviço adequado aos usuários (e mais uma vez o tamanho dos seus veículos os tornam perigosamente invasivos), ciclistas se sentem no direito de interferir no fluxo do trânsito e não se preparam, com o mínimo de segurança ou conhecimento de tráfego, pra conviver com máquinas na mesma pista, pedestres são reféns do caos urbano e estão à mercê das condições de tráfego pra chegarem onde precisam – seja de ônibus, carro ou bicicleta.

Se cinto de segurança e setas funcinando são obrigatórios, por que capacetes e luzes de alerta são “bregas”? Existe um código de trânsito, e também um código de conduta ao ciclista!

Em São Paulo entidades defensoras dos ciclistas querem propostas dos candidatos na defesa do seu meio de transporte, mas o que eu queria MESMO ouvir é como os candidatos pretendem primeiro fazer funcionar o que já está aí, e depois abrir novos caminhos – ou faixas, vamos nos render ao trocadilho – para que as alternativas possam conviver e atender a cada um na sua necessidade – trabalhar, estudar, VIVER!

A tentação de mudar de hábitos só será realmente sedutora se trouxer, além de benefícios a saúde e a mobilidade, a segurança e uma margem razoável de que chegaremos vivos ao nosso destino.

BJO! O a gente agradece sempre um ponto de vista diferente, afinal, conviver é preciso!”

Resumindo, como tudo na vida, pedalar em meio a cidade, exige bom senso. Concordo com a Maristela, que disse num comentário, que muitas pessoas sem condições, tem como único meio de locomoção, suas bicicletas. Mas assim como quem se utiliza de um automóvel precisa conhecer as regras do trânsito e jamais pode alegar desconhecimento caso algo lhe ocorra, os ciclistas, antes de optarem por pedalar ao invés de dirigir, devem se ater ao fato de que também possuem regras a serem seguidas. A questão da utilização dos fones de ouvido, pelo que eu percebi, não esta inserida no CTB, mas é muito óbvio que pedalar escutando música, faz com que você não preste a atenção necessária que o trânsito exige.

Vindo pra casa agora, depois de deixar meu filho na escola, e pensando sobre o que ia dizer nessa errata, presenciei diversos ciclistas e pedestres transitando de forma completamente descuidada. Parei pra uma menina atravessar na faixa e como ela estava falando ao celular, demorou quase um minuto pra perceber que já poderia atravessar. Se falar ao telefone tira a atenção de um motorista, certamente isso também acontece com um pedestre.

Portanto, enquanto o Código de Trânsito não é adequado de verdade a nossa atual realidade, vai de cada cidadão, atuar de forma sensata quando sai da sua casa pra transitar em meio à sociedade.

Repito que não quis de forma alguma desacreditar a causa de quem defende o lema do “Mais amor, menos motor”, só quis levantar a questão de que se as regras existem, todos devem segui-la.

beijo beijo

Dia do Escritor e Minhas It Womens III

Hoje ia deixar o blog só com o texto que escrevi ontem sobre Constelação. Acabei demorando pra terminar de editá-lo e acabei postando ele ontem já era bem tarde. O texto esta longo e cheio de informação (a entrevista é imperdível pra quem se interessou no assunto), então ia deixá-lo por aqui mais um dias, pra vocês degustarem, refletirem e quem sabe se entregarem à Constelação. Mas hoje quando entrei no Facebook, descobri através da mensagem de uma prima, que hoje é o Dia do Escritor.

A mensagem dela dizia assim: “Bommm dia prima… Feliz dia do Escritor, te desejo felicidades por esse dia , pois a vejo com o dom da escrita…..vivemos em um mundo em que tudo precisa ser “concreto”, algumas pessoas já estão despertando para outro olhar , procurando entender coisas e saindo em busca de si mesmo. A escrita pra mim é uma ótima ferramenta para externalizar nossas impressões perante o mundo e a nós mesmo… é como se nela pudéssemos organizar nossos pensamentos e sentimentos….. e querida, você é uma escritora nata….potencialize sua energia nisso…. beijão”

Vocês já estão cansados de saber o quanto eu gosto de escrever, pelo simples prazer que eu tenho fazendo isso. Por enquanto ainda não tenho planos maiores e concretos em relação ao que vou fazer com essa minha paixão. Então, pra não perder a prática, continuo escrevendo aqui pra vocês.

Na foto, o bolo do meu último aniversário aonde escrevi algumas palavras importantes para mim. Atentem para o canto direito aonde tem “escrever” e “livros”.

Escrevi o meu primeiro livro com 11 anos e juro que um dia eu faço um post falando só sobre ele (com fotos, pra vocês rirem um pouco). Quando eu tinha 10 anos, durante a minha primeira viagem de carro ao Rio de Janeiro, lembro que tive uma ideia genial (pelo menos era o que eu acreditava na época). Iria escrever um livro sobre como era fácil ser feliz. Tenho muito claro na minha cabeça, a imagem de mim e da minha família dentro do carro, passando por um daqueles longos túneis do Rio e eu, sentada no bando de trás, mirabolando como seria esse meu livro. Hoje dou risada lembrando disso. Mas com aquela idade, felicidade pra mim era uma busca muito fácil de ser alcançada. Lembro exatamente da sensação de já ter o livro pronto na minha cabeça. Mal sabia eu que mais de 15 anos depois ainda estaria escrevendo, lendo, ouvindo e aprendendo sobre essa busca, sem ainda ter chegado à qualquer conclusão que resultaria em um livro. Mal consigo escrever um parágrafo sobre o assunto.

Na foto vários “começos de livros” que escrevi na adolescência, tanto na minha saudosa máquina de escrever, quanto no computador.

E tenho pra mim que quem ama de escrever, padece também de um outro amor, a leitura. Ah, os livros. Gasto mais da metade do que eu ganho por mês, adquirindo-os. Mesmo que hoje eu nem tenha tempo de ler uma Revista, preciso de livros ao meu redor. Pra quem sabe um dia ler todos eles, porque gosto do cheiro e das suas feições, porque me sinto mais inteligente rodeada deles. Sei lá, é algo inexplicável o que eu sinto diante de uma estante cheia de livros. Já li muito, praticamente devorava os livros. Deixava de ir pra balada pra ficar lendo, lia no ônibus, parada no semáforo, no intervalo da aula. Hoje ainda ando sempre munida de um livro (tem alguns no meu porta luvas) mas quase não tenho tempo e cabeça pra sentar e ler. E ler, no sentido de mergulhar na história. Confesso que não sou muito de emprestar livro porque tenho muito ciúmes e medo de que a pessoa não me devolva (até hoje sei todos que não me foram devolvidos ao longo da minha vida). Mas quando empresto, faço com gosto, querendo dividir um pouco do que eu senti lendo àquele determinado livro, com outrem. E em quase todos os aniversários, presenteio a pessoa com um livro. Quando sei que tenho que comprar um presente, automaticamente já vou pensando que tipo de livro combina com o aniversariante.

Na montagem, um dos momentos em que ainda consigo ler e um dos meus diários da infância.

Então que hoje resolvi desenterrar um texto que estava aqui no meu Rascunho há tempos e que fala de uma das minhas it womens (já falei sobre outras antes), que no caso é escritora e uma das minhas favoritas. Gosto muito da Martha Medeiros (que nada tem a ver com a estilista de nome homônimo), pela maneira como ela transforma histórias comuns do nosso cotidiano, que muitas vezes tende a ser algo massante e repetitivo, em livros e crônicas que não nos deixam tirar os olhos do papel.

A primeira vez que tomei conhecimento da sua pessoa foi através do livro “Doidas e Santas”, que catei aleatoriamente numa das minhas idas à Saraiva. Li esse livro de crônicas e adorei! Logo em seguida deu o boom do filme “Divã”, que era um livro, virou peça, depois virou filme e depois ainda seriado. Daí comecei a pesquisar mais sobre ela e caí no seu blog. Adoro quando ela dá entrevistas, adoro quando eu descubro mais um pouco sobre a vida dela, adoro a maneira como ela transforma situações cotidianas e banais em crônicas incríveis. É uma leitura tão simples mas tão rica! O único livro dela que eu não gostei muito foi o “Fora de mim”. A ideia é bacana e válida mas eu desisti de ler antes da metade. Fui ficando com pena da protagonista, queria entrar no livro e tirar ela daquele sofrimento…hahaha. Mas todo o resto me apetece bastante. Um dia eu ainda vou numa seção de autógrafos dela…hoje o blog saiu do ar por causa da sua agenda. Fiquei muito puta porque com certeza ele lhe deu muitos fãs e agora dava trabalho pra ser atualizado…mas tudo bem! Quando fico naquela dúvida do que fazer com a minha escrita, sempre brinco com meu pai: “Calma pai, a Martha Medeiros começou como escritora aos 25, eu ainda tenho chance”…haha. Sonhar nunca é demais, certo?

Esses dias dando uma olhada na internet, achei o Tumblr da Martha Medeiros. Mas será que é ela mesma quem atualiza? Ela tinha um blog no ClicRbs, que foi encerrado há mais de um ano, por ela mesma, por falta de tempo. E agora eu me pergunto se ela teria um Tumblr. Enfim. Compartilho um texto dela que achei lá e gostei bastante.

Então, sem grandes pretensões, colocando-me no lugar aonde eu pertenço e levando em consideração que escritor é todo aquele que gosta de escrever, independente da qualidade da sua escrita, desejo um Feliz dia do Escritor pra Martha Medeiros, pra mim e pra quem assim como nós, transborda escrevendo e muitas vezes enriquece a vida de muita gente! Parabéns para nós.

Agora eu vou ali deitar, que hoje tem a primeira prova do vestido de noiva e eu estou sem comer há 2 dias (brincadeiraaaaaaaa, acabei de comer brie com geléia de morango!).

beijo beijo

Boa semana!

Nossa, semana começou corrida. Mas juro que logo eu volto, nem que seja pra postar um dos 40 textos que tenho no Rascunho. Apesar de que mesmo pra isso eu preciso de um tempinho pra dar uma revisada e editada. Enfim, logo estou por aí.

Hoje teve post meu lá no blog Delicinhas de Pera. Texto que graças a Deus eu tinha escrito na semana passada e já enviado pra Tha (que também ia estar ocupada viajando). Relendo ele agora, posso dizer que essa minha correria tem muito a ver com o tema dele, atualizações. Existem até atualizações demais sendo feitas por aqui…quero ver eu dar conta.

Foto no aniversário de uma amiga…em clima do dia dos amigos que passou.

Boa semana.

beijo beijo

Parabéns pra mim então! ♥

(LEIAM O POST DO MEU ANIVERSÁRIO DO ANO SEGUINTE, NO MEU NOVO BLOG!)

E finalmente chegou mais um “meu dia” (se bem que pra minha mãe que ainda esta na Tailândia, desde ontem já é meu aniversário). Mais um inverno. E apesar de eu adorar aqueles dias de inverno bem ensolarados, com um belo pôr do sol e uma noite bem estrelada, hoje aqui em Floripa faz frio, chove e o dia está horroroso. Mas tudo bem…porque eu acordei às 10 da manhã com o João do meu ladinho.

Sempre quero escrever um negócio bacana, afinal, esse blog que vos escreve leva o meu nome, então nada mais justo do que eu escrever bem, no dia do meu aniversário. Mas geralmente estou sempre corrida (esse ano então nem se fala), porque adoro organizar alguma(s) comemoração(ões) e também não é uma tarefa assim tão fácil falarmos de nós mesmos.

Mas vamos lá…

Passa ano, vira ano e eu continuo a mesma. Claro, sempre aprendendo um pouco aqui, amadurecendo um pouco ali mas a minha essência permanece intacta. Canceriana, emotiva, chorona, criativa, faladeira, essa sou eu, milhares de personas em uma pessoa só.

Um ano estou mais ruiva, noutro um pouco mais loira ou tentando encontrar o meu tom natural. Quase sempre estou acima do peso e lutando contra ele. Já fiz ballet, jazz, patinação, artes plásticas, pintura em MDF, curso da parapsicologia, Yôga, Muay Thai.

Numa mesma vida, sou a Juliana Juliana, a Juliana filha, a Juliana irmã, a Juliana prima, a Juliana amiga, a Juliana esposa, a Juliana mãe, a Juliana vizinha, a Juliana Baron, a Juliana Pinheiro.

Sou a Juliana que tem a cara do pai, o jeito e o sorriso da mãe, a voz igual a da irmã, que quando canta abre o nariz, que quando esta nervosa não para de chorar, que não pode ver um cachorro abandonado na rua, que sempre sentou na primeira carteira da sala e nunca pegou recuperação. Posso ser a Juliana que sempre conversou durante as aulas, que não dava cola pra ninguém, que não tem paciência pra falar no telefone.

Sou a Juliana que já quis só ser mãe, que já cogitou virar freira, que queria ser faxineira e professora, que vendia pulseirinhas na escola mas que nunca conseguia cobrar de quem comprava, que quis ser jornalista, cursou Direito, quis ser bailarina, fotógrafa, cantou na Igreja, escreveu um livro com 11 anos e que ainda hoje não definiu bem o que quer ser pra vida inteira. E será que precisamos nos limitar tanto?

Posso ser a sua melhor amiga ou a sua pior inimiga. Não tenho uma melhor amiga desde a infância mas tenho grandes amizades que quero levar pra vida inteira. Não viajei o mundo inteiro mas passo quase o dia todo viajando. Sou mega organizada, cheia de planilhas e listinhas mas tenho uma ou duas gavetas que jamais arrumarei. Pra alguns sou super simpática, outros me acham a pessoa mais grossa do universo. Já sofri por amor mas também já fiz muito homem sofrer. Já fiquei por ficar mas sempre sonhei com um amor pra toda vida e sem querer querendo, graças a Deus, o encontrei, ou ele me encontrou, ou nós nos encontramos. Já saí de segunda a segunda mas já fiquei meses entocada em casa. Adoro o dia mas também não dispenso as madrugadas. Adoro misturar um doce com salgado, um preto com um branco, sou básica no meu modo de vestir mas tenho uma coleção de mega brincos. Já tive uma infinidade de sapatos e bolsas mas por uma questão de escolha e falta de espaço, hoje tenho só uma meia dúzia de cada. Já morei em outras cidades, já morei um tempo no exterior mas sempre considero que nada melhor do que o nosso lar, perto da nossa gente. Sou extremamente nostálgica mas também adoro planejar o meu futuro. Tenho uma pasta só com foto de gente morta mas o meu maior medo é perder alguém que eu amo. Tenho o sonho de ler todos os livros do mundo mas hoje em dia mal tenho tempo pra folhear uma revista. Adoro estar online mas também adoro quando posso desconectar total.

Essa sou eu. Uma infinidade de dilemas, lembranças, fotos, escritos, cartas, personas, desejos, medos. Como eu costumo dizer, mil em uma só. Ás vezes sou um excesso de tanta coisa, que nem eu me aguento. Então eu transbordo. Transbordo chorando, transbordo falando, transbordo gargalhando, transbordo tirando a paciência de quem convive comigo, transbordo escrevendo….

E apesar de só ter vivido 26 anos, em alguns momentos parece que já vivi uma vida inteira.

Obrigada à todos que fizeram parte da minha vida de alguma maneira, que me suportam, que me apóiam e que acima de tudo, me amam, porque como mesmo disse uma vez o saudoso Renato Russo, “sem amor, eu nada seria”!

Parabéns pra mim. E que venham muitos e mais muitos anos como esse que passou. Desejo-me apenas saúde, porque somente ela nos permite correr atrás de todo o resto!

Foto no meu primeiro aniversário!

Agradeço às mensagens que já recebi e também agradeço de antemão às que ainda vou receber. São elas que fazem eu sempre amar essa data!!

beijo beijo e bóra dar início às comemorações!

Keep going and vote on me!

Ó vida, ó céus! Tanta coisa importante acontecendo no mundo e um simples Concurso anda tomando tanto o meu tempo! Mas tudo bem, cada qual com os seus objetivos!

Já falei que a votação (finalmente) termina essa semana?????????????

Foram 21 dias muito loucos. E desde o dia em que eu decidi que ia ficar entre os 10 mais votados, senti-me como criança que sai vendendo rifa da Escola pros vizinhos, de porta em porta. Cada voto foi suado. Pedi de um por um e em 20 dias fui de 60 e poucos votos, pra 500 e poucos. Já agradeci a todos que me ajudaram e depois que sair o resultado eu faço um texto bem lindo pra vocês.

Sexta feira agora encerram as votações e eu quero muito estar entre os 10, pra daí sim, ter o julgamento merecido e não depender de tantos pedidos de votos.

Já faz algum tempo que estou entre os 10 mas nos últimos dias o povo resolveu correr atrás e cada vez mais aumenta o seu número de votos. Como já disse anteriormente, cada um luta com as armas que tem e eu já entrei com o face do marido, mãe, irmã, amiga e o escambal pra angariar mais votos. Como cada conta de facebook só pode votar uma vez, depois que eu esgotei (literalmente) os meus amigos, tive que procurar pessoas que não estavam nos meus contatos, pra continuar aumentando os meus números.

Até o planejamento do casamento, ficou pra semana que vem! Nessa sexta-feira vão faltar exatos 100 dias (na verdade 99) para o grande dia! E vamos bebemorar com alguns amigos numa boate aqui em Floripa. Só a organização dessa festa que esta dividindo o meu tempo livre com o Concurso, porque de resto….Imaginem se chegar na sexta e eu continuar entre os 10 mais votados! Pensem num porre….

Enfim, Keep going and vote on me!

Pra votar é só entrar AQUI (tem que estar logado numa conta de Facebook), curtir a página da Limetree lá em cima! E assim que aparecer o meu texto, clicar em VOTE (se gostar do texto claro, ou se não, vota pela amizade mesmo, tem tanto texto “maomeno” mega votado)!  Caso apareça uma telinha quando você clicar em VOTE, é só apertar em LOGIN TO FACEBOOK, esperar a tela desaparecer e aumentar o número de votos!

Já que ele é o meu motivo de viver, o motivo que me inspirou a escrever o texto que esta concorrendo, ninguém melhor que ele mesmo, o “Oi Filho”, hoje chamado “João Pedo”, pra pedir o voto pra vocês!

Pode parecer apelação, mas o pior é que ele AMA MESMO andar de avião. Inclusive quando fomos levar minha mãe no aeroporto esse final de semana, ele deu um ataque e gritava “Eu quero anda de aviãããããão”. O aeroporto parou pra rir da situação. Quando minha mãe entrou na fila de embarque, ele gritava “Eu quero ir nessa filaaaaaaaaaaaa!”. Deu a maior dó. Daqui a uns 3 meses somos nós embarcando pra Lua de Mel, então já sei que ele não vai poder ir junto. Até porque eu vou me acabar de chorar mais ainda.

E ele também ama a cor amarelo! Desde bebezinho. Quer ver carro amarelo então! A vovó Eliane até já prometeu dar um carro amarelo quando ele fizer 18 anos…hahaha.

Então fica o apelo!

Pra quem vive me perguntando sobre aonde encontrar as roupas maaaaras da Pera (que tem um blog aonde eu escrevo semanalmente), nesse final de semana vai acontecer o Chá lá no Hotel. Pra quem tiver interesse, aviso que cheguem cedo, porque no início é um alvoroço de mulheres querendo garantir as suas peças!! Juro, é uma loucura!! No último quando eu vi, além de estar fotografando o evento, estava ajudando a atender, tamanho era o movimento!!!

Era isso então, povo! Logo eu volto com mais informações!

beijo beijo