Re-fazenda-me: um bem à alma!

Tive um problema no computador e só consegui resolver agora. Mas ainda é tempo de compartilhar o que eu escrevi com vocês…

Não é que eu seja definitivamente avessa ao carnaval, é que eu não muito fã da intenção em si. Bagunça, música alta, movimentos soltos, suor em excesso, cheiro de bebidas misturadas, descompromisso, descontrole, nunca fizeram muito parte da minha essência. Que dirá permanecer quatro dias envolvida em tudo isso ao mesmo tempo. Então que como já aconteceu no ano passado e em anos anteriores, uma amigona me salvou de ter que suportar o agito que se arma entorno da minha casa de praia e nos convidou para passar o feriado na sua fazenda. Bem longe de tudo, à uma hora do asfalto, há quilômetros de distância de qualquer sinal de internet, onde o verde corre a se perder de vista e onde literalmente se acorda com o canto do galo e o mugido das vacas. Mesmo também não sendo lá muito adepta do mato e dos insetos que o habitam, esse convite sempre me soa como um break do mundo exigente em que vivemos.

Já fui pra lá depois de uma desilusão amorosa, já fui solteira da silva, já fui junto com o marido na semana em que descobrimos minha gravidez, no ano passado fomos sem o João e dessa vez vamos levando ele a tiracolo. Mal podemos esperar pra vibrar junto com nosso filhote a cada vaca, cavalo, ovelha e outros tantos animais que veremos durante os quatro dias. Acho que todos que estão indo também estão na expectativa de presenciar a felicidade nos olhos do João Pedro, já que há mais de ano ele pede pra ir pra “fazenda da tia Fê”.

Suspiro ao lembrar da leveza que sinto quando estou lá. Aquele silêncio confortante, que no meio da tarde, quando a maioria tira aquele cochilo depois do almoço farto servido numa mesa corrida que cabe quase o mundo todo, só é quebrado com o grito de algum pássaro, os sons advindos dos animais que moram ao redor da casa e o ruído dos nossos próprios pensamentos.

Re-fazenda-me. Pensei nesse termo no ano passado quando voltamos de lá, depois de passar o feriado de carnaval sem filho, mas com amigos, muita comida e muita bebida. Na minha terapia em grupo trabalhamos um conto que trata justamente dessa necessidade de vez em quando nos permitirmos esses momentos de recarga total (post aqui). Como é bom termos a chance de nos conectarmos com as coisas simples da vida e darmos à elas o seu valor real e verdadeiro. Acordar, tomar café, jogar conversa fora, caminhar, preparar um almoço em conjunto, comer, beber, dormir, conversar e comer e beber e dormir. Atividades que são sufocadas no acelerado cotidiano que repetimos todos os dias, mas que nesses eventos tem a chance de demonstrar a sua importância.

Enfim, a escola “Unidos da Coxilha Rica” desfilará na avenida da vida a partir de sábado (alguns já foram) e só volta a dar as caras semana que vem.

Estava escrevendo um texto sobre a adaptação do João na Escola e sobre adaptações num modo geral, mas por conta do retorno à rotina, o início do meu personal às 6 da matina e o recomeço do trabalho à tarde, não consegui inspiração suficiente pra termina-lo essa semana. Quem sabe hoje à noite, eu consiga dedilhar alguma coisa além dos meus músculos doloridos. Quem sabe…

Desejo um excelente feriado pra todas vocês. Quarta que vem volto pras Lobas, quinta começa minhas aulas e logo logo meu novo blog entra no ar.

2013 já esta no seu segundo mês e as novidades não param de chegar. Cada dia aprendo mais e acumulo mais e mais ideias pra um dia compartilhar com vocês. A pedido de uma querida leitora, não me desculpo mais pela falta de tempo, já que uma das minhas principais características e que pelo visto agrada muito vocês, é a de justamente ser uma mulher normal, cheia de compromissos e devaneios. Mas eu mesma quero muito me dedicar mais ao blog e sei que assim que minha nova rotina entrar nos eixos, conseguirei alcançar essa meta!!!!

Até semana que vem!

beijos

Deixo pra vocês mais algumas fotos que tirei durante minhas quatro estadias lá…

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Ter sucesso não tem segredo…

…é preciso fazer o que se gosta ou aprender a gostar do que se faz. Sempre embasado em muita determinação e vontade de aprender cada vez mais.

E eu me agarro nesse texto abaixo, tão conhecido mas sempre tão inspirador, para começar a me programar mentalmente para o novo desafio da minha vida: começar uma nova faculdade.

Apesar de todos os facilitadores que me acompanharão nessa caminhada, como uma pessoa que cuida do meu filho, ausência de problemas financeiros, flexibilidade no horário de trabalho, um marido companheiro, maior maturidade, sei que encontrarei diversos obstáculos nos próximos cinco anos.

No meu processo de coaching no ano passado, tive como uma das tarefas de casa, refletir bastante sobre esse meu sonho que transformei em meta. Precisei pensar e analisar todos os lados dessa minha decisão e concluí que o que irá pesar mais será o tempo que eu vou precisar dedicar aos meus estudos e consequentemente me ausentar da convivência com o João.

Quando eu cursava Direito, sempre sonhava com o dia em que eu iria apenas trabalhar, porque achava que o tempo fora do trabalho era totalmente dedicado à outras atividades, já que a faculdade exige várias horas além das que você passa dentro da sala de aula. Claro que com o passar dos anos eu percebi que dependendo do trabalho o negócio não funciona exatamente dessa forma. Mas consciente desse fato de que entrar na faculdade automaticamente fará com que eu precise abdicar de algum tempo livre e de passar mais tempo com o João e com o Marco, sigo confiante e determinada. Como já escrevi uma vez, essa culpa que nós mães carregamos com relação à algumas escolhas que precisamos fazer ao longo da nossa vida, como mães e outros tantos papéis que exercemos, serve somente para nos envelhecer. Nada mais.

Confesso que essa condição da restrição de tempo nunca foi um fator preocupante para mim durante o meu processo de reflexão quanto à essa escolha. Sei que vou precisar organizar bem minha semana para dar conta de tudo, porque como eu disse, a faculdade não vai consumir apenas todas as manhãs (das 07:50 às 12:10) da minha semana e sim todo o tempo que eu puder dispor para estudar etc. Mas confio no meu poder de organização e no companheirismo e compreensão do meu marido e da minha família (aqui eu incluo a Santa Bia) para ter sucesso em tudo que eu fizer.

Aprendi e incorporei no ano passado a verdade de que quando queremos algo, fazemos QUALQUER coisa para conseguir. E minha querida coaching Ana Cristina Garlet teve um papel fundamental nessa compreensão. Muitas vezes ela até frisava que não estava ali para me convencer de que iniciar uma faculdade agora iria me trazer diversas mudanças, algumas não tão boas num primeiro momento, mas que o trabalho dela era me fazer pensar e refletir sobre todos os lados das minhas vontades. Porque quando escolhemos fazer ou deixar de fazer qualquer coisa, a vida por si só vem e te questiona sobre suas decisões. E o trabalho da Ana era me deixar pronta e extremamente consciente do que eu estava objetivando com essa minha meta. Quantas vezes sentimos vontade de fazer alguma coisa e por impulso ou ansiedade de se mover, agimos sem pensar? Não que seja preciso filosofar sobre cada passo que se dá, mas grandes passadas necessitam de um olhar mais apurado e de clareza sobre todos os seus aspectos, para que elas tenham mais chances de te levar ao lugar aonde você deseja chegar.

Sempre, sempre indico esse livro para quem possa estar confuso quanto à escolhas, metas e afins. Além de ser super motivador é de fácil leitura!!!

Sempre, sempre indico esse livro para quem possa estar confuso quanto à escolhas, metas e afins. Além de ser super motivador é de fácil leitura!!!

Assim, eu me mantenho firme e extremamente feliz (demais da conta) para viver tudo o que a vida tem para me oferecer e para colher todos os frutos das atitudes que eu estou tomando no dia de hoje.

Como eu sempre repito para mim mesma: “cada escolha, uma renúncia”. Porém, quando essas escolhas são resultado das mais profundas reflexões e dos mais verdadeiros desejos, essas renúncias não soam como algo de caráter exclusivamente negativo, mas como uma consequência do poder decisório que você exerceu.

Então, vamos que vamos.

beijo beijo

p.s. respondi todos os comentários deixamos ultimamente, mas descobri que nem sempre vocês recebem alguma mensagem avisando sobre a minha resposta. Então pra quem comentou, deixo o meu agradecimento e peço que vocês procurem ler o que eu lhes respondi!

Organize-se!

Hoje teve minha terceira participação no blog “Sobre a Vida”. Nem preciso dizer como fico feliz com o retorno que recebo dos leitores do blog. Fico lisonjeada em saber que incito nas pessoas questionamentos a fim de que elas se tornem pessoas melhores e mais felizes!! Que 2013 venho com muita emulação!!!

Mas hoje eu vim falar sobre organização! Sempre brinco que no dia em que eu nasci, Deus disse: “Darei a essa menina o poder da organização” e ploft, minha mãe me pariu.

Sim, eu tenho uma ou duas gavetas mega bagunçadas, mas quem não tem?

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Minha gaveta de artigos “com fios”.

Como algumas pessoas pediram para eu dar algumas dicas de como manter casa e vida organizadas (não que as minha estejam sempre dessa forma), acho que não existe época melhor para falar sobre isso do que final de ano.

Todo ano se repete na minha lista “de coisas pra fazer”, que ao final dele, preciso dar uma ajeitada nos armários. Doar ou jogar fora o que já não preciso e organizar o que permaneceu dentro dos mesmos.

Pra ficar mais fácil de entender, decidi elencar alguns tópicos:

DOE! JOGUE FORA! Exerça o desapego. Mantenha uma caixa para as coisas que realmente tem um valor afetivo, mas o resto, aquilo que reside há anos nos seus armários, precisa sair dali. Eu sempre separo algumas sacolas pra facilitar. Em uma coloco o que vou doar, em outra o que vou jogar fora, em outra o que preciso queimar (extratos e afins), em outra o que preciso devolver para alguém, em outra o que precisa de conserto e em outra o que esta no lugar errado.

Sempre vá indo de armário em armário e de cômodo em cômodo. Porque caso haja alguma pausa nessa época de organização, não vai ficar aquela bagunça, que fará com que você desista e jogue tudo de volta pra dentro do armário.

– Pelo menos eu, sempre começo pelo armário de roupas e nele vou por partes: roupas dobradas, roupas penduradas, roupas nas gavetas, calças e sapatos.

– Sugiro, principalmente para quem é avesso à organizações, comprar aquelas caixinhas de plástico de diversos tamanhos. Organizo as bijus, meias calças, lenços…

Foto de uma das milhares de caixinhas que eu tenho.

Foto de uma das milhares de caixinhas que eu tenho.

Como me faltou gavetas e biquinis são difíceis de manter organizados, comprei essa caixa que coube certinho na minha prateleira.

Como me faltou gavetas e biquinis são difíceis de manter organizados, comprei essa caixa que coube certinho na minha prateleira.

– Também sempre compro itens que ajudam na organização, podendo ser de plástico ou não. No Supermercado Angeloni comprei um separador de calcinhas, por exemplo. Ele cabe certinho na minha gaveta e fica mais fácil de organizá-las. Também já comprei um de sapatos, que coloco embaixo da cama. Nele coloco sapatilhas e rasteirinhas.

No momento em que você decide organizar, deve começar a separar aquilo que vai doar ou jogar fora. Calcinhas rasgadas, meias muito furadas, algo que você não usa há mais de ano.

– Pra ajudar no processo sempre espalho tudo na cama, sento, liga a TV e fico ali separando e dobrando. Depois é só levantar e arrumar dentro do armário.

As roupas que ficam penduradas sempre exigem mais tempo. Tiro todas junto com os cabides, coloco na cama, separo o que vai sair dali, às vezes coloco alguma roupa que uso menos embaixo de outra e por fim separo por cores. Aquela velha dica de usar sempre cabides da mesma cor e virados pro mesmo lado ajudam bastante na questão visual. Além de facilitar na hora de escolher uma roupa, dão ao armário um ar da mais pura organização.

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– Tenho três gavetas. Uma de roupas íntimas, uma de pijamas e uma de roupas de ginástica. Na de roupas íntimas coloco o que eu uso pouco, como um sutiã colorido, dentro de um saco de pano que fica no fundo da gaveta. Na de pijamas deixo os que eu uso mais à frente e sempre preciso dar uma limpada porque acumulo muitos pijamas mas acabo usando apenas um ou dois. E na de ginástica a mesma coisa. Coloco luvas da academia, óculos de natação e afins.

Também comprei uma espécie de cabide com uma estrutura de pano cheia de nichos. Penduro no armário e nela guardo meus tops enrolados, meias mais grossas, polainas e essas coisas que ocupam muito espaço nas gavetas.

Naquela parte que fica embaixo das roupas penduradas guardo em caixas as minhas bijus, blusinhas regatas e meias calças. Aquele espaço sempre sobra e eu ganho espaço nas gavetas.

Algumas das caixas que mantenho embaixo das roupas penduradas.

Algumas das caixas que mantenho embaixo das roupas penduradas.

– Como meu armário é pequeno, a cada troca de estação preciso subir e descer as roupas. Esse momento também é ótimo pra se desfazer daquilo que você não precisa mais. Uso muito aqueles sacos á vácuo e pela segurança deles, até coloco as roupas no Home Box do meu prédio. Assim meu guarda roupa não fica socado na parte de cima.

– Outra parte da casa que sempre demanda tempo, mas que precisa de organização constante, são os armários do banheiro. Toalhas eu guardo em rolos e os remédios separo em caixas. Sempre aproveito pra jogar os vencidos fora e ver os que estão para vencer. Tenho uma gaveta de produtos fechados e quase sempre doo alguns produtos porque provavelmente não vou conseguir usar todos. Os que eu uso mais deixo à mão e os que uso menos coloco numa parte separada.

Para documentos num modo geral, certificados, notas de garantias, uso muito aquelas pastas de plástico sanfonadas. Devo ter umas dez aqui em casa, porque guardo muitos papéis. Elas ajudam muito na hora de organizá-los. Assim como faço na hora de arrumar os armários de roupas, sento na cama, espalho os papéis e vou formando pilhas de acordo com as categorias de separação das pastas. Depois é só colocá-las nas separações.

– Sou um pouco chata com o visual. Estou sempre ajeitando porta retratos, toalhas e juntando os papéis que o marido espalha pela casa. Então gosto sempre de deixar tudo bem alinhado. Porque por mais que a casa esteja um pouco bagunçada (principalmente pra quem tem criança pequena como eu), esse detalhe dá ao ambiente um aspecto de organizado. Entenderam-me?

Num modo geral é isso. Não tenho assim dicas infalíveis, a não ser a de comprar várias caixas transparentes ou usar as que você tem, tirar um tempo para essa organização e praticar a arte do desapego.

Com criança em casa, uma boa organização é fundamental para o bom andamento da rotina familiar. Sempre faço arrumações no quarto do João. Comprei várias daquelas caixas de plástico que mencionei acima e nelas separo carros, animais, bonecos, lápis. Fica até mais fácil pra guardar. Tiro os brinquedos quebrados, doo os que ele já não brinca mais e escondo outros. Aí vira e mexe faço uma troca e pra ele parece até que ganhou brinquedos novos.

Sei que muita gente não é do tipo organizada. Arrumar, organizar e limpar realmente são atitudes que nascem com você ou não. Mas mesmo que elas não venham acompanhadas de prazer, precisam ser praticadas de tempos e tempos por qualquer um. Quando eu era pequena, minha irmã me pagava R$ 2,00 pra eu arrumar o quarto dela. Sempre gostei disso. Praticidade é meu sobrenome. Desde pequena uma vez por semana arrumava o meu quarto. Ligava o som, colocava tudo no corredor de casa, limpava o quarto e colocava tudo de volta. Quer dizer, com algumas mudanças. Sempre que dava trocava a cor da parede do quarto, comprava um quadro novo, trocava a colcha, mudava alguns objetos de lugar e voi lá! Vida nova. Até já cheguei ao extrema de ficar neurótica com esse tipo de coisa. Ainda essa semana comentei sobre isso com a minha coaching. Quando a minha casa esta em desordem, parece que todo o resto da minha vida desanda também. Preciso trabalhar essa coisa de querer ter o controle de tudo, de querer que a minha casa esteja sempre impecável. Como aprendo nas minhas terapias, tudo que é demais, é demais! Uma boa dose de equilíbrio é sempre fundamental.

Espero que eu tenha tocado o coração de alguém….hahahaha.

Logo eu volto contando como faço pra organizar a minha rotina e facilitar a correria do meu dia a dia.

beijo beijo

Livro “(Ins)pirações Familiares” já à venda!!!

“Um concurso, dois países, uma língua e várias dezenas de autores de blogues com uma experiência em comum: a parentalidade. Foi assim que nasceu a semente que fez crescer este livro.

O concurso, promovido pela Limetree, pretendia encontrar “O Melhor Post do Mundo”, escrito em português, mas acabou por descobrir muito mais do que isso. Encontrou uma comunidade de pais e mães, que escreviam, apaixonadamente, sobre os desafios e as conquistas, os receios e as descobertas, o deslumbramento e o amor incondicional que transborda quando nasce um filho.

Os textos recolhidos mereciam mais do que uma votação final, um vencedor e um prémio. Mereciam ser lidos por outros pais e outras mães, mereciam ser apresentados ao mundo. E assim surgiu a ideia de fazer esta coletânea. O desafio foi aceite com entusiasmo e depressa os autores puseram mãos à obra. Os textos foram revistos, alguns foram adaptados, outros reescritos.

A evolução natural do projeto levou-nos a outro compromisso: as receitas do livro teriam que reverter, na totalidade, a favor de uma instituição com trabalho a nível global em prol das crianças: a UNICEF.” (o texto foi escrito no português de Portugal, ok?)

E esse foi o texto que resumiu a ideia DESSE LIVRO, do qual eu faço parte com muito orgulho.

Saímos na capa. O coração fui eu que fiz!!

Saímos na capa. O coração fui eu que fiz!!

Confesso que o Concurso na época foi um tanto estressante (lembram dele?). Com muita disposição e encheção de saco eu consegui ficar entre as quinze finalistas e com mais disposição ainda e uma pontada de tristeza, consegui editar o meu tão querido texto “Enquanto eu te espero” para que ele coubesse em uma página do livro (cortei quase a metade). Mas tudo isso compensa o fato de finalmente eu sentir nas mãos um livro que tem um tantinho de mim e uma participação fruto da minha paixão por escrever.

Uma das minhas metas para o ano que vem é tirar do papel um projeto de livro que já venho amadurecendo há muito tempo. Não vai ser assim nada muito grandioso, mas segundo a minha coaching eu preciso materializar esse meu sonho para entender que “yes, I can!” e “move on“.

A página do livro com o meu texto!

A página do livro com o meu texto!

Assim, como resumiu a editora no site de venda do livro, a Limetree (organizadora do concurso) sentiu necessidade de compartilhar os posts participantes do concurso (nem todos ficaram entre os finalistas), já que surgiram tantos textos espetaculares. E que meio melhor para alcançar mais leitores do que um livro? Bom, eu sou suspeita porque guardo todos que caem nas minhas mãos desde sempre. É quase um vício.

Já li alguns textos do livro (do arquivo em PDF que comprei) e me encantei. Quem é mãe vai me entender. Desde que adentrei nesse mundo da maternidade lá em meados de 2009, percebi que nós adoramos nos reconhecer nos depoimentos das outras. É quase como um sentimento de alívio descobrir que não somos as únicas a sentirmos esse amor imensurável, indescritível e que chega a doer. E que todas as outras mães também vivem os seus momentos de dúvidas como nós.

E textos que serviram para transbordar sentimentos tão deliciosos e controversos que permeiam esse nosso universo materno, não podem ser ruins, né não?

Os valores do livro são: livro impresso sai por R$ 38,47 mais taxas e o arquivo em PDF sai por R$ 19,23 mais taxas. Como ele vem de Portugal, as taxas são um pouco altas. Mas tem a questão de as vendas do livro ajudarem à UNICEF e tal, então bóra comprar gente! Juro que faço uma dedicatória depois….hahahaha.

Assim que os dois livros impressos que eu comprei chegarem, estou pensando em organizar um sorteio. Quem se anima?

Agora algumas atualizações da minha vida mundana…

– Semana passada teve meu post no blog “As Crianças” sobre a deturpação do espírito natalino nos dias de hoje.

– Segunda-feira teve meu post no blog “Delicinhas de Pera” falando sobre o meu discurso de formatura de quatro anos atrás.

– Nesse momento estou no Hospital porque marido operou o outro quadril. Ele é tão perfeito que tem o mesmo problema nos dois lados! Fico brincando que ele esperou casarmos oficialmente para operar. Afinal, jurei diante do altar que iria amá-lo na “alegria e na tristeza de dormir num colchão de Hospital“…”na saúde e na doença que me fez entender o que é um bico de papagaio“. Agora, meu compromisso é também com o cara lá de cima…

– Então somem marido sem poder dirigir e necessitado de cuidados, correria típica de final de ano e filho prestes a entrar de férias (e a minha Bia também snif) que vocês vão entender o meu sumiço.

– Essa semana peguei o DVD com as milhares (sim, milhares) de fotos do casamento. Assim que sobra um tempo eu corro pra relembrar aquele dia tão especial. E também conseguir ver com calma os detalhes da decoração, lembrar de quem foi…

– Já leram a minha segunda participação no blog “Sobre a Vida”, onde eu falei sobre as mentiras que aprendemos com os contos de fadas? Logo tem meu novo texto por lá….só falta eu escrever…hahaha.

Por enquanto era só pessoal. Logo mais eu volto.

Deixo algumas das fotos do casamento. Estou apaixonada por elas! Queria cobrir uma parede lá de casa com as minhas preferidas!!!!!!!! Ana Côrrea e Gê Prazeres arrasaram como sempre!!! Ta, nossa felicidade também ajudou bastante!!! Ah, o amor…

beijo beijo


Ana Correa | 2012

Ana Correa | 2012

“Não há lugar no mundo melhor que o nosso lar”

Só vim postar esse texto que escrevi no domingo, porque maridão fez cirurgia no quadril hoje e eu preciso voltar para o Hospital.

Já faz um tempo em que eu passei a acreditar que nada, nada mesmo, nessa vida acontece por acaso. Não é por acaso que conhecemos determinadas pessoas, não é por acaso que perdemos nossos empregos, não é por acaso que ficamos doentes. Tudo no fundo tem uma lógica, uma razão de ser. Mesmo que naquele momento não percebamos isso.

Dia desses, durante uma sessão de terapia, por exemplo, entendi o porquê de “O Mágico de Oz” ser um dos meus filmes favoritos desde sempre. Descobri porque a música “Somewhere Over the Rainbow” me é tão sonora e porque quando eu a escuto é como se eu fosse levada pra um lugar distante, mas de conotação familiar (foi com ela inclusive que o João entrou na Igreja com as nossas alianças).

Eu e minha psicóloga estávamos falando sobre um dos contos do livro “Mulheres que correm com os lobos”, em que a protagonista da história tem uma relação quase que de afeto com os seus sapatos vermelhos. Então na hora, eu fiz uma relação com um outro conto, em que estamos trabalhando em grupo, aonde a protagonista esquece de voltar ao seu lar e por isso se vê fraca, vazia.

Vocês lembram qual é a história de Dorothy no filme? Lembram de Judy Garland, ainda bem novinha, vestida naquelas roupas típicas da época, às voltas com o fato de terem levado o seu cachorro e de como ela odiava viver naquele lugar?

Aqui só um parêntese. Voltando da nossa lua de mel, não conseguia pregar o olho de jeito nenhum. Depois de ter assistido a todos os filmes novos disponíveis pela TAM, decidi fuçar na parte dos filmes mais antigos. E que felicidade senti quando encontrei esse meu filme favorito. Enquanto o Marco dormia o sono dos juntos, eu sorria de boba assistindo ao começo do filme. Nunca tinha associado que a mesma Judy Garland, de quem eu comprei um CD numa birosca em Londres porque tinha na capa o nome de uma das minhas músicas preferidas, era aquela mesma menina protagonista do filme. Que falha a minha.

E vejo que já naquele momento entendi um pouco da minha ligação estreita com o filme. Mas a relação tomou proporções maiores mesmo na semana passada, como falei ali em cima.

É Dorothy, realmente não existe lugar melhor no mundo do que o nosso lar.  E às vezes precisamos mesmo percorrer um longo trajeto, trilhar estradas de tijolos amarelos, enfrentar perigos, lidar com bruxas más, conhecer novos ares, fazer novos amigos pra descobrirmos essa verdade. Não existe Mágico de Oz no mundo, bola de cristal, livros de auto ajuda ou fórmula mágica que possam dar respostas às nossas perguntas, já que elas estão dentro de nós mesmos.

Mas o que é esse retorno ao lar? O que pode ser esse lar? A nossa casa? Segundo Clarissa Pinkola Estés, nesse conto em que falei sobre a mulher que se esquece de retornar periodicamente ao seu, o lar pode ser muitas coisas diferentes para mulheres diferentes. E que há muitas formas de retornar ao lar. Muitas são rotineiras; algumas são sublimes.

Em resumo, o lar é aquele local, aquela sensação de bem estar que toma conta de você, que te deixa extasiada, que te faz sentir renovada, preenchida. O lar é uma espécie combustível, que recarrega nossas energias, que reacende o nosso fogo de sentir paixão pelas pessoas, por aquilo que fazemos e por viver em si.

Mas o que acontece e o que aconteceu com essa mulher do conto, é que às vezes nos vemos submersas nesse mundo exigente, na correria do dia a dia e acabamos por esquecer de vez por outra, mas sempre periodicamente, retornar ao nosso lar. Esquecemos de nos reabastecer para voltarmos inteira. A nossa psicóloga do grupo dá uma exemplo bem simples e ilustrativo. Quando esta acabando o combustível do nosso carro, vamos lá e o abastecemos. Se por acaso, esquecermo-nos de abastecer, o que acontece? Quem nunca viu alguém se matando pra empurrar um carro? E então, é muito mais fácil termos o cuidado de nos reabastecermos quando o nosso ponteiro apitar ou depois nos matarmos e usarmos de força pra fazer com que a nossa vida volte a funcionar?

O que te faz feliz, já dizia a propaganda da rede Pão de Açúcar. O que te move? Coloca a cabeça aí pra pensar e puxa da memória a lembrança de algum momento em que nada e nem ninguém poderiam te atrapalhar? Aqueles momentos que não tem dinheiro no mundo que pague e que são inegociáveis para você.

Clarissa ainda lembra que a volta ao lar não implica necessariamente em grandes gastos financeiros. Voltar ao lar pode ser cuidar do jardim, escutar uma música, contemplar o mar, voltar à casa em que você viveu na infância, fazer uma viagem de carro, sair com amigos ou não fazer nada no sofá da sua casa.

O importante é termos a consciência de que essa volta é extremamente necessária, quase que vital. Porque quando esquecemos de nos permitir esses retornos, enfraquecemos, perdemos o brilho, morremos por dentro. Sabem aquelas pessoas que já acordam cansadas, que estão sempre com uma cara fechada e um olhar distante?

Bole ajudas estratégicas, nem que seja uma cólica, um filho doente ou uma terrível enxaqueca, caso seja inevitável e vá viver esse seu momento. Aprenda a treinar o seu cérebro de que se permitir voltar ao lar é uma necessidade quase que fisiológica. E selecione as pessoas que convivem com você. Não dê ouvidos para os que não respeitam esse seu desejo, para aqueles que não te apoiam nesse retorno. Porque você vai, mas você volta. Ir não significa fugir. Significa que você vai, mas vai retornar uma pessoa muito melhor, mais cheia de vida.

Agora, batam os seus calcanhares três vezes e repitam comigo: “Não há lugar melhor no mundo que o nosso lar”.

Logo eu volto.

Beijo beijo

De volta a vida normal!

E cheguei ontem de quase 18 dias viajando. Confesso que por causa da correria da preparação pra viagem na semana seguinte ao casamento e da correria em si, durante a lua de mel, ainda não consegui absorver totalmente a delícia que foi o dia 13 de Outubro.

Chegamos ontem cedinho e por conta da diferença de fuso, das quase 6 malas de coisas espalhadas pela casa e da saudade que eu estava do João, ainda não consegui um tempo pra respirar, que dirá, escrever.

Pensei que durante a viagem iria escrever alguma coisa, mas andávamos tanto durante o dia, eu tinha tanta coisa pra pesquisar sobre as cidades pelas quais passamos, que eu nem peguei numa caneta e só usava o computador pra esvaziar a máquina e dar uma olhada no email e no Facebook. Até senti uma vazio e uma tristeza por não estar me sentindo inspirada pra escrever. Fiquei com medo de perder a prática e um receio por não estar pensando nos assuntos da minha vida que tanto que levam a querer transbordar. Mas também tirei umas “férias” da minha mente esfomeada de pensar e da minha necessidade em escrever e me deixei levar pela delícia que é viajar pelo mundo e procurei desfrutar somente da companhia do meu agora, oficialmente, maridex.

Mas podem deixar que logo eu volto contando um pouco mais sobre o casamento e contando também de como foi a nossa viagem.

Pra quem quiser ver umas fotos do casamento, é só entrar AQUI e AQUI.

Agora vou colocar algumas fotos que postei no Instagram durante a lua de mel.

Saindo de Floripa.

LONDRES – Loja da Lomography.

LONDRES – Brincando na loja da Lomo.

LONDRES – Em Notting Hill, em frente a Livraria que inspirou o filme com a Julia Roberts. Amei o mercado de rua desse bairro.

LONDRES – Galocha que ganhei da minha amiga Tyci, que mora em Oxford e que foi nos ver em Londres. Nem preciso dizer o quanto eu a usei no tempo chuvosa da Europa no outono.

LONDRES – “Ajudando” no único “momento excursão” da viagem, quando nos rendemos a fazer parte de um grupo pra entender melhor a troca de guarda do palácio da rainha.

LONDRES – Momento romântico.

LONDRES – À noite andando por Londres.

LONDRES – Típico tempo londrino.

AMSTERDÃ – Adoramos a cidade.

AMSTERDÃ – Nem preciso dizer que fiquei enlouquecida com tantas bicicletas.

AMSTERDÃ – Momento doideira.

AMSTERDÃ – Eu e a Mari, que é noiva do Eduardo, casal que conhecemos no Eurotúnel chegando em Amsterdã e de quem com certeza seremos amigos pro resto da vida.

AMSTERDÃ – Uma das minhas fotos com as tão amadas bicicletas, na Terra onde elas dominam e comandam.

AMSTERDÃ – No Voldenpark, eu lugar lindo!!!

AMSTERDÃ – Foto básica.

AMSTERDÃ – O que mais fazíamos: comer, descansar e ler sobre as cidades.

AMSTERDÃ – Passeio de barco pelos canais.

AMSTERDÃ – E dá-lhe chocolate quente pra espantar o frio. Acho que nesse dia fez uns 2 graus.

Alugamos um carro em Amsterdã e seguimos viagem por várias cidades.

A primeira parada foi em Bruxelas, onde conhecemos o Atomium.

Depois seguimos pra Colônia na Alemanha, terra da boa cerveja.

Catedral de Colônia da janela do nosso Hotel.

Na estrada, tomando café da manhã rumo a Luxemburgo.

Chegando em Luxemburgo.

A cidade de Luxemburgo é uma graça. Chegamos num final de tarde, fizemos um passeio de ônibus turístico. Mas como fazia muito frio e no dia seguinte seria feriado na Europa, aproveitamos pra descansar no Hotel e assim que acordamos seguimos pra Estrasburgo, na França.

E pensem num frio. Eu mesmo, tive que comprar muita roupa nova (juro que não foi desculpa), porque tudo o que eu levei não dava conta de tanto frio. Detalhe pro bigode do Marco, que durou alguns dias, até ele atender aos meus pedidos e raspar….hahaha.

Estrasburgo é uma graça, adoramos!!

PARIS – E pra fechar a lua de mel com chave de ouro, ficamos alguns dias na capital do amor. Assim que chegamos, encontramos novamente o casal que conhecemos, já que eles voltariam pro Brasil no dia seguinte.

PARIS – E eu precisava ver ela logo. No dia seguinte, já passamos o final de tarde admirando a beleza da Torre Eiffel e esperamos ela acender e piscar por 5 minutos. Foi um momento indescritível.

PARIS – E acho que eu nem preciso muito falar dessa cidade. Amei. E mais chocolate quente, descanso e leitura.

PARIS – Momento blasé e deliciosamente romântico. Colocamos nosso cadeado numa ponte, jogamos as chaves ao Sena e selamos nosso amor um beijo embaixo de MUITA chuva.

PARIS – Dia chuvoso em Paris não nos impediu de andar muito e degustar da beleza da cidade.

Aprendi nos livros e na internet a não pegar fila no Louvre! O museu é enorme mas muito lindo. Vimos apenas algumas obras, porque não entendemos muito sobre arte, mas valeu a visita.

PARIS – Momento “como eu saio daqui?” no Louvre.

PARIS – Porque ela é quase uma das atrações da cidade.

PARIS – Tomando chocolate quente e imaginando os célebres intelectuais que passaram por ali.

PARIS – E sem querer parei nessa praça e dei de cara com essa placa. Feliz!

PARIS – Almoçando no último dia. Confesso que já estávamos loucos pra voltar pra casa e pro nosso João.

PARIS – E no último dia, voltamos nela, subimos até o topo e mais uma vez, do barco, assistimos ao seu show de luzes.

Gostaram das fotos? Juro que logo eu escrevo um pouco sobre cada cidade que passamos.

Semana que vem volto a escrever nos blogs “Delicinhas de Pera” e “As Crianças” e logo tem meu segundo texto no blog “Sobre a Vida“.

Agora é buscar inspiração em meio à esse retorno à rotina e a vida real e grudar no meu filhote, de quem eu estava morrendo de saudades.

Logo eu volto.

beijo beijo

“Enfim, casados!”

E HOJE TEVE A MINHA ESTREIA NO BLOG “SOBRE A VIDA”. ESSA ERA UMA NOVIDADE QUE EU VINHA GUARDANDO, MAS ESTOU SEM TEMPO PRA FALAR MAIS SOBRE ELA. MAS PENSEM NUMA PESSOA FELIZ….ENTREM AQUI E LEIAM O TEXTO.

Apesar de eu ter certeza de que mesmo que eu tente descrever, através de palavras, jamais conseguirei exprimir exatamente o que eu senti no nosso casamento no sábado, sinto-me quase que obrigada a tentar.

Porque eu falei tanto dos preparativos, compartilhei com tanta gente a minha ansiedade por aquele momento e preciso muito também, agradecer às pessoas que tornaram o dia 13 de Outubro de 2012, um dos mais especiais da minha vida. E foram tantas pessoas! Desde os profissionais, mega competentes, que integraram o grande time que trabalhou para que cada detalhe se somassem e resultassem na palavra que eu mais escutei nos últimos dias, PERFEITO. Fora os convidados, amigos e familiares, que fizeram parte de todas as etapas do casamento e compartilharam da nossa alegria, fosse se emocionando ou rindo com a gente.

Os balões que entraram na mão do nosso filho.

Vou tentar contar em resumo o que aconteceu no nosso feriado de casamento.

Na sexta feira, que era feriado, acordamos, recebemos uma cesta de café linda da minha irmã, fomos nos encontrar com o padre, almoçamos com o nosso João, que tinha dormido na minha mãe e o levamos para a minha sogra, para que pudéssemos resolver as últimas pendências.

Cesta de café da manhã que recebemos da minha irmã e agora, nossa madrinha de casamento.

Depois do almoço eu fiz uma limpeza de pele bem rapidinha, só pra preparar a minha pele, que não andava colaborando muito, e depois, fomos eu e o Marco, ensaiar com o nosso professor de dança, Guilherme Abilhoa, uma última vez, nossa valsa, já na pista do Hotel Maria do Mar, que foi aonde aconteceu nossa recepção. Lá também, acertamos com a nossa querida cerimonial, Bárbara Erig, alguns últimos detalhes.

Na limpeza de pele.

No Hotel durante a montagem.

Engraçado que quando estávamos no Hotel, naquela tarde de sexta feira, a decoração, assim como a iluminação, já estavam sendo montadas. Eram milhares de pessoas, caminhões, mesas, sofás, fios e equipamentos, que quase como numa sincronia, iam dando uma nova forma ao lugar. Ensaiamos uma, duas, três vezes e entre risadas nervosas e passos ensaiados, decidimos que era hora de ir embora.

Saímos de lá, fomos em casa pegar algumas coisas para deixar no salão aonde eu iria me arrumar no dia seguinte e antes de voltarmos pra casa e eu seguir para o Hotel aonde iria dormir, paramos numa cafeteria para comer. Quem olhava de fora, nem imaginava que estávamos às vésperas de um dia tão importante. Encontramos algumas pessoas queridas, que nos desejaram sorte e saímos de lá, felizes, porque era esse o sentimentos que nos dominava naquele dia, mesmo com o cansaço e a ansiedade que sentíamos.

Como “manda” a tradição, na noite anterior ao casamento, já que moramos juntos, dormimos separados. Arrumei minhas “trouxas” pra ir dormir no Hotel. E o Marco tentando fazer com que eu não fosse, porque dizia que ia ficar perdido sem mim. Posso com isso? Mas como já estava tarde, eu estava cansada e queria assistir à novela já debaixo das cobertas, fui.

Chegando no quarto, encontrei uma decoração muito fofa feita pela minha irmã. Fiquei morrendo de pena de desmanchar!!! Pedi uma comida, assisti a novela e capotei.

Quarto do Hotel preparado pra mim. Adoro ser mimada!!!!!

Acordei às nove horas no sábado e a primeira coisa que fiz, pra acabar com a aflição do Marco, foi publicar meus votos no Youtube. Como eu sabia que não teríamos a chance de falarmos o que sentíamos um para o outro, e como sou muito melhor escrevendo, essa foi a minha forma de demonstrar o tamanho da minha felicidade naquele dia. E o vídeo ficou super fofo.

Depois pedi o café no quarto, já que quase toda a minha família estava hospedada no Hotel e eu queria ficar quietinha e fiquei esperando a massagista chegar. Como não acredito em dia da noiva, essa foi a maneira que escolhi pra relaxar nesse dia.

Café da manhã no quarto, antes da massagem!!

Depois da massagem, recebi a visita da minha irmã e mãe, que me deram esse presente lindíssimo!!!

Presente que ganhei da minha mãe e irmã antes de sair do Hotel e ir me arrumar no salão.

Daí foi arrumar as coisas e partir rumo ao salão.

Saindo do Hotel, rumo ao salão. Como disse minha cerimonial, assim eu comecei e assim eu terminei.

Mensagem do Marco…hahahaha.

No salão, arrumaram-se eu, minha mãe, minha irmã, minha avó, minha madrinha Fernanda, minha tia e madrinha Marília e minha prima. Apesar do meu nervosismo, foi uma tarde super gostosa. Encomendei salgadinhos, levei Espumante, tinha a nossa fotógrafa e o cinegrafista. Entre penteados, maquiagens e conversas, rimos bastante e registramos esse momento pré altar.

Também recebi flores do Marco e flores com Espumante das minhas madrinhas.

Mimos que ganhei no salão, das madrinhas e do, então, noivo.

Na hora do make.

Prontinha!!!

Quando fiquei pronta, segui para o apartamento da minha mãe, aonde me vesti e tirei fotos lindas com o meu vestido. Estavam lá, eu, a fotógrafa Ana Corrêa, o menino da H2 Brasil e a minha consultora linda e mãe de uma das minhas daminhas, Fernanda Heinig.

Foto MARA do vestido, minutos antes de eu ficar totalmente pronta!!

Quando saí do apartamento, meu pai e o motorista já estavam me esperando lá embaixo, então seguimos para a Igreja.

Nessa hora, eu sentia uma mistura de tensão porque estava um pouco atrasada (sou muito pontual da minha vida) e porque não tinha o controle da situação. Como já falei aqui, sou muito organizada e fiquei agoniada de não saber como estavam as coisas na Igreja, se todos tinham chegado, se o João estava se comportando, se as músicas estavam sendo tocadas de maneira correta. Enfim. E também estava super nervosa pelo simples fato de que a partir dali, tudo o que eu havia planejado por quase um ano, começaria a acontecer.

Chegamos na Igreja, esperamos os últimos convidados entrar, esperamos o casamento se iniciar e assim que o Marco se posicionou no altar, saí do carro. Dali em diante quase não me lembro de mais nada…..hahahaha.

Entrando.

Parece engraçado mas é a mais pura verdade. Eu estava super emocionada. Chorei e segurei o choro inúmeras vezes. Mas foi tudo muito lindo. Estou louca pra ver as fotos e o vídeo, porque dali de cima e por causa da grande emoção, não conseguia enxergar muita coisa.

Com relação ao João, durante todo o casamento, tem um post meu hoje, no blog “As Crianças”.

Saímos da Igreja, ao som de “All you need is love”.

Saindo da cerimônia.

Saímos da Igreja e ficamos numa espécia de jardim interno do Convento até todos os convidados irem embora. Ali tiramos algumas fotos, descansamos, ensaiamos a valsa e fomos fazer as fotos de rua.

Escolhemos a ponte como um dos cenários, pelo simples fato de que ela esta iluminada na cor rosa esse mês. E as fotos ficaram lindas!!! Fora que demos muitas risadas. Houve uma total sintonia entre eu, o Marco, a fotógrafa Ana Corrêa, sua assistente Gê Prazeres, o cinegrafista Isaac e o motorista do nosso carro. A Ana até passou no posto, a caminho da ponte e nos comprou uma Stella. Olha que fofa!!!

Da ponte, fizemos fotos ainda no teto solar do carro e depois seguimos pra fazer a minha tão esperada foto na Beiramar. O resultado dessa façanha e desse mico, vocês conferem a seguir.

Linda, não?

Então seguimos pra festa! Que realmente esta demais.

Abrindo a Cabine Digital.

A Cabine Digital com certeza, foi a sensação do casamento.

Com a fotógrafa Ana Corrêa e a cantora Susana Steil.

Meu trio ternura. Fotógrafa Ana Corrêa, Cerimonial Bárbara Erig e minha Consultora de Imagem, Fernanda Heinig. Agora, todas minhas amigas.

Fotinho no banheiro!!!

Gê Prazeres, fofa, eu e Ana.

 

A decoração estava linda, a banda muito boa, a pista de led animou a galera pra dançar, a Cabine Digital foi a grande sensação e a nossa “valsa” surpreendeu a todos os convidados.

Estou MEGA sem tempo de escrever mais. Perdoem a narração evasiva. Mas estou às voltas com a organização da nossa lua de mel, que começa nesse domingo e estou sem tempo pra nada mais.

Nosso pôster agora decorando nosso apartamento.

Só queria deixar um super agradecimento aos nossos pais, que nos proporcionaram esse momento, aos nossos padrinhos, que cada vez mais nos deixam super felizes com as suas escolhas, aos familiares que vieram de longe só pra estarem conosco e aos nossos amigos que só tornaram nosso dia mais especial.

E também aos profissionais que em conjunto, deixaram tudo impecável. Em especial à minha cerimonial Bárbara Erig, que hoje eu já posso chamar de amiga, pela dedicação, confiança e amizade. À Ana Corrêa e sua assistente, Gê Prazeres, pela simpatia e descontração, além do trabalho excelente. Ao pessoal da H2 Brasil, ao decorador Aldo Duarte, que mais uma vez mostrou o seu super bom gosto e arrancou suspiros dos convidados, ao Gesoni, por ter me transformado numa Diva, à Gabriela Kumm e o pessoa do Salão L´unique pela energia boa e pelo trabalho mais do que perfeito. À Fernanda Heinig, que de consultora de imagem contratada, tornou-se minha personal best friend e esteve do meu lado em todos os momentos que precisei. À Nancy Prazeres pelas delícias feitas, ao Hotel Maria do Mar, pela perfeição de estrutura, à banda Brazilian Sound Club e à cantora Susana Steil, pelo excelente repertório e agito durante a recepção. Ao Gustavo Lorenzo e dupla, pela apresentação e sintonia durante a nossa cerimônia.

Enfim, à todos os profissionais que tornaram daquele dia, um dia mais do que inesquecível.

Juro que quando voltar escrevo mais e melhor.

Fiz um vídeo de agradecimento, que passou antes de entrarmos na recepção mas ainda não o coloquei na internet. Quando eu voltar prometo que compartilho com vocês.

Aqui tem o vídeo que fiz do nosso Casamento Civil:

Até a volta povo. Não morram de saudades.

beijo beijo

p.s. a maioria das fotos que coloquei aqui hoje, foram “furtadas” do Instagram de convidados!!