Deixa que pensem, que julguem,que falem…

Ontem tivemos 131 acessos aqui! Recorde no novo endereço. Mais uma vez obrigada povo! Principalmente pelo carinho que eu recebo no face, por mensagens ou mesmo pessoalmente.

Eu ando um pouco sem paciência e vontade de ler um livro por inteiro. Já faz um tempinho que não pego apenas um livro e o leio numa sequência curta de dias. Talvez seja pelo meu cansaço constante depois que o João nasceu ou por preguiça mental mesmo. Mas isso não quer dizer que perdi o meu vício por comprá-los ou dar uma folheada de vez em quando. Tenho alguns “queridinhos na cabeceira da cama”, alguns acumulados na escrivaninha e uns dentro do meu carro (que são os que eu levo pra academia, geralmente são de crônicas porque é uma leitura mais leve e sem compromisso).

Esses livros são o da cabeceira. Da esquerda pra direita temos primeiro o do Steve Jobs. Apesar de amar auto/biografias (já disse aqui que adoro saber das pessoas, amo entrevistas, documentários, revistas de fofocas…) ainda não abri esse livro. Comprei numa promoção das Americanas!

Depois vem um livro chamado “É claro que eu te amo, AGORA VÁ PARA O SEU QUARTO!”. Obviamente comprei com o intuito de ler mais sobre a educação de filhos. Mas só lembro dele quando o bixo ta pegando aqui em casa e geralmente vou nos tópicos que me interessam.

O terceiro livro se chama “Quarto”. Comprei numa das minhas idas a Saraiva porque achei a história muito curiosa. Comecei a ler e parei antes da metade. Um dia ainda quero terminá-lo mas a história é muito louca e triste. Basicamente ela fala de uma mulher que teve um filho proibido com um cara e desde que o menino nasceu eles moram trancados num quarto de um prédio. Então como o menino cresceu naquele mundinho, a concepção das coisas pra ele são completamente diferentes. Enfim, a história é louca mas quero saber o que acontece no final.

O quarto livro chamado “Questões do coração” eu ganhei de amigo secreto de Natal de uma amigas mas ainda não tive tempo de ler porque em um outro amigo secreto na mesma época, ganhei um outro e acabei começando esse último primeiro.

O quinto livro é um best seller do ano passado chamado “A menina que roubava livros”. Não lembro se comprei ou ganhei mas adoro a história apesar de ela ter toda uma conotação secreta por trás dela. Vira e mexe volto a ler…

Depois vem um dos meus preferidos, que me fez conhecer uma das minhas escritoras preferidas hoje, Martha Medeiros. O livro se chama “Doidas e Santas”e tem várias crônicas muito legais sobre as mulheres. Como eu sou apaixonada pelo nosso gênero, o feminino, por tudo que nós representamos, amei o livro e vira e mexe leio algumas crônicas novamente. Também tenho o “Feliz por nada” que também é dela e também é um apanhado de crônicas.Mas com certeza prefiro o “Doidas e Santas”.

O sétimo livro se chama “A árvore do Ioga” e eu comprei assim que saí um pouco do papel de mãe-full time e voltei a me ver como Juliana pessoa ímpar. Até já dei uma lida mas não sei se um dia pego nele de novo. Vai saber…mas como livro eu não dou de jeito nenhum, ele vai continuar ali pra um dia preencher o armário de livros do meu sonho.

Depois vem um livro que comprei há muuuuuitos anos chamado “Através do Espelho” do maluco Jostem Gaarder (escritor do clássico “O mundo de Sofia”). O livro conta a história de uma menina que esta doente (acho que ela tem câncer) e que em seus últimos dias conversa sobre a vida com um anjo. Obviamente no final ela acaba morrendo mas a história passa uma mensagem bem bonita. No final do ano passado eu perdi uma amiga pro câncer e sempre quis dar esse livro pra ela ler,mas sempre hesitei por causa do final. Na última vez que eu vi ela viva, numa visita que fiz pra ela no Hospital, cheguei a procurar o livro em duas livrarias mas não encontrei e acabei deixando pra emprestar o meu pra ela…mas não deu tempo.

O penúltimo livro se chama “Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra”. Mas eu não lembro do que se trata e nem sei porque comprei.

Por último mas não menos importante, tem um bem pequenininho da minha querida Márcia Tiburi (um dia eu ainda falo dela aqui). Ela deixou pra mim no Hotel dos meus pais, quando se hospedou lá a trabalho mas eu ainda não li. Sabe como é, pra ler o livro de uma filósofa precisamos estar naqueles dias….

Ta mas eu vim falar sobre outra coisa….sempre que eu leio algum trecho interessante e que quero ler de novo ou escrever sobre aqui, dobro uma pontinha (bem pequenininha mas acredito que livro deve ser manuseado) pra não perder a página e consequentemente a intenção.

Como ando sem inspiração pra textos mais filosóficos e sem muito tempo e ideias pra ficar dando dicas pra vocês(só dou porque adoro receber!), vou tentar pelo menos uma vez por semana colar algumas dessas marcações que eu faço.

Hoje eu vou escrever o trecho de um livro da Constanza Pascolato, que pra mim é um ícone no quesito elegância. Já falei aqui que não tenho muita intimidade com moda mas adoro ver mulheres elegantes!

Vira e mexe dou uma olhada no livro “Confidencial”, que diga-se de passagem, tem uma capa simples e “elegantérrima”, e o trecho que vou colar hoje veio desse livro.

“Para simplificar, costumo dizer que elegância é simplesmente adequação – ao seu corpo, à sua personalidade, ao seu estilo de vida, à sua idade, à sua profissão, à sua casa, aos seus interlocutores, ao seu jeito de ser. Nada mais elegante do que uma mulher alinhadíssima – na roupa, nos movimentos, no jeito de se dirigir ao outro-, que parece conseguir esse resultado sem muitos esforços. Em contrapartida, nada mais deselegante, inadequado, do que uma mulher contida, tímida,”amarrada” num vestido exuberante e sexy. Ou o contrário: a exuberante, naturalmente sexy, festiva, inadequadamente tentando disfarçar essas características numa roupa muito bacana, mas que a incomoda pela sobriedade. Aquela imagem, enfim, do elefante usando sapatilhas de bailarina. Inviável, mesmo no desenho mais animado.”

Tudo a ver com o que eu andei falando sobre sermos sempre nós mesmas, não? Sempre digo que a roupa que você veste passa uma mensagem pra quem te vê mas mesmo assim, vista o que você tiver vontade. Deixa que julguem, que falem, que pensem…eu geralmente não me preocupo muito com o que os outros vão achar de eu estar mais cheinha e mesmo assim colocar uma saia. E olha que eu julgo horrores pela aparência! Sou ré confessa! Acho ridículo as mulheres frutas com as suas roupas coladas (automaticamente já vinculo o termo burrice a elas) mas grandes coisa! Como eu falei, EU  acho ridículo portanto EU nunca vou usar mas quem está vestindo aquela roupa são elas e pronto! Entenderam?

Logo mais eu volto. Fica a dica.

beijos

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Uma resposta em “Deixa que pensem, que julguem,que falem…

  1. Amei o texto e também da cola. É sempre bom ter dicas de uma nova leitura… Mas o que me intrigou e me fez escrever aqui foi a parte do seu texto que fala dos seus livros de cabeceira: “O penúltimo livro se chama ‘Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra’. Mas eu não lembro do que se trata e nem sei porque comprei.”. Primeiro vou te lembrar o porquê de tê-lo comprado: releia o título do livro. Ele por si só já é uma delícia. Já o li e resolvi falar um pouco dele para você.

    Li o livro em questão na faculdade (e depois várias outras vezes reli trechos que havia marcado na primeira leitura). Na nossa turma de LETRAS da PUC teve quem odiou…Talvez porque ficasse preso demais ao enredo e o que o livro tem de melhor é a riqueza de metáforas com que foi escrito. Mia Couto toca mais que os olhos… Toca a alma. Mas é preciso ter tranquilidade e tempo para ler e saborear a leitura. Vou colocar aqui alguns trechos para dar uma demonstração do que falo.

    Conversa entre a velha e sábia avó e seu neto ao folhear um álbum antigo de fotos:
    “Não passe a mão pelas fotos que se estragam. Elas são o contrário de nós: apagam-se quando recebem carícias.”

    “Ele se levantava, e a abraçava como se a estivesse visto pela primeira vez. E os dois se milagravam.” O narrador referindo-se ao amor de duas personagens que nada tem de convencional.

    “Todos aqui estão morrendo, não por doença, mas por desmérito do viver.”

    “Calcava o sonho, matava a viagem ainda no ovo da fantasia.”

    “Teu pai lutou para que fôssemos todos ricos, partilhando essa grande riqueza que é, simplesmente, não haver pobreza.”

    O livro tem realmente uma leitura difícil, mas, como pode ver é bem rico. Na época não consegui achar fácil o livro e só tenho o xerox. Caso não o queira eu ficaria honrada em comprá-lo na sua mão.

    Abraços.

    Denize Saraiva

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